18 junho, 2013

"Guias" - Colares

As GUIAS usadas na Umbanda são aqueles colares coloridos que os médiuns utilizam nos trabalhos, fazendo parte do uniforme do Umbandista. Estes “colares” são verdadeiros para-raios em defesa dos médiuns...

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"Orixás" As 7 Linha ou Vibrações originais


Para entendermos um pouco mais a Umbanda, devemos primeiramente conhecer "parte" da Hierarquia Espiritual existente, desde a Divindade Suprema, bem como as suas Linhas ou Vibrações Originais.
Nesta Hierarquia, temos em primeiro plano o Absoluto - Divindade Suprema, ou seja Deus, no qual promove um Colegiado Supremo que se divide em dois tipos de Hierarquia Espiritual: a do Cosmo Espiritual e a do Universo Astral, no qual explicaremos abaixo...

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07 maio, 2013

Porque evitar carne vermelha antes nos dias de trabalhos espirituais



Os amigos espirituais nos falam que é bom evitar carne vermelha nos dias de sessão mediúnica. Dizem eles que: a carne dos mamíferos possui energia vital de densidade muito semelhante a nossa. O que leva a uma aderência maior desta energia ("fluido vital”) ao nosso campo de energia vital. Vamos emitir uma hipótese como exercício de raciocínio, e não como “verdade doutrinaria”.

*(1)-* Lembramos que o mamífero foi morto precocemente, portanto cheio de vida, ou seja, de energia vital em seus tecidos para uma encarnação de muitos anos ainda. Sua carne, portanto, encontrava-se plena de energia vital ("fluido vital”). Parte deste fluido vital permanece nos matadouros e costuma ser vampirizada pelos espíritos enfermos e desequilibrados que tenham o corpo astral (perispírito) muito denso. utra parte desta energia vital não sendo vampirizada, e não retornando a massa de energia do universo, como ocorre nas mortes naturais fica impregnando a carne.

*(2)-* AO INGERIRMOS A CARNE (nos referimos em especial aos mamíferos) há uma decomposição ou fragmentação de seus sub-componentes (aminoácidos etc) os quais serão absorvidos pelo nosso sangue. A energia vital por sua vez é absorvida também se encaminhando para o nosso corpo vital (denominação de Kardec) ou corpo etéreo que é o campo de energia fixadora do perispírito ao corpo biológico. Este corpo vital (corpo etéreo) ao absorver esta energia vital do mamífero torna-se mais denso mais "oleoso” dificultando o trânsito das energias do corpo biológico para o corpo espiritual (perispírito). 

*(3)-* Esta dificuldade acarretaria: 

3.1- Maior dificuldade do desdobramento mediúnico. 
3.2- Maior dificuldade na captação de energias espirituais 
3.3- Maior dificuldade na doação de energias pelo passe. 
3.4- Maior dificuldade em receber o passe. 
3.5- Com o passar dos anos crescente dificuldade nos sentidos mencionados. 

*Conclusão 1:* os mentores espirituais pedem para não comer carne vermelha nos dias de sessão por uma razão cientifica (ciência deles) e não por qualquer motivo piegas. 

*Conclusão 2:* quando disse Jesus: "atirai vossas redes ao mar.” poderíamos entender, também, ser melhor nos alimentarmos de peixes. Brincando, diríamos: é claro o peixinho é tão limitado (burrinho), nem pineal desenvolvida tem, é quase como um sincício espiritual ou alma-grupo. Não existe uma individualidade bem constituída em peixes como existe em mamíferos. Portanto, o fluido vital dos peixes não tem a mesma característica dos animais superiores. Seria quase como nos vegetais, onde um conjunto de mudas de grama são centenas de princípios espirituais que se fundem em um gramado sem individualidade. (alma-grupo é uma denominação esotérica, mas o raciocínio é o mesmo nosso de espíritas). A individualidade, conforme Jorge Andréa e outros autores encarnados e desencarnados, só se atinge em nível dos lacertídeos e os peixes, pela pineal quase inexistente, ainda não tem esta organização. 


Dr. Ricardo Di Bernardi 
Florianópolis SC

 http://oscaminheiros.blogspot.com.br/2012/03/porque-evitar-carne-vermelha-antes-nos.html

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23 abril, 2013

O QUE SÃO ORIXÁS?


O planeta em que vivemos e todos os mundos dos planos materiais se mantêm vivos através do equilíbrio entre as energias da natureza. A harmonia planetária só é possível devido a um intrincado e imenso jogo energético entre os elementos químicos que constituem estes mundos e entre cada um dos seres vivos que habitam estes planetas.

Um dado característico do exercício da religião de Umbanda é o uso, como fonte de trabalho, destas energias. Vivendo no planeta Terra, o homem convive com Leis desde sua origem e evolução, Leis que mantêm a vitalidade, a criação e a transformação, dados essenciais à vida como a vista desenvolver-se a cada segundo. Sem essa harmonia energética o planeta entraria no caos.
 O fogo, o ar, a terra e a água são os elementos primordiais que, combinados, dão origem a tudo que nossos corpos físicos sentem, assim como também são constituintes destes corpos.
Acreditamos que esses elementos e suas ramificações são comandados e trabalhados por Entidades Espirituais que vão desde os Elementais (espíritos em transição atuantes no grande laboratório planetário), até aos Espíritos Superiores que inspecionam, comandam e fornecem o fluido vital para o trabalho constante de CRIAR, MANTER e TRANSFORMAR a dinâmica evolutiva da vida no Planeta Terra.
A esses espíritos de alta força vibratória chamamos ORIXÁS, usando um vocábulo de origem Yorubana. Na Umbanda são tidos como os maiores responsáveis pelo equilíbrio da natureza. São conhecidos em outras partes do mundo como "Ministros" ou "Devas", espíritos de alta vibração evolutiva que cooperam diretamente com Deus, fazendo com que Suas Leis sejam cumpridas constantemente.
O uso de uma palavra que significa “dono da cabeça” (ORI-XÁ) mostra a relação existente entre o mundo e o indivíduo, entre o ambiente e os seres que nele habitam. Nossos corpos têm, em sua constituição, todos os elementos naturais em diferentes proporções. Além dos espíritos amigos que se empenham em nossa vigilância e auxílio morais, contamos com um espírito da natureza, um Orixá pessoal que cuida do equilíbrio energético, físico e emocional de nossos corpos físicos.
Nós, seres espirituais manifestando-se em corpos físicos, somos influenciados pela ação dessas energias desde o momento do nascimento.
Quando nossa personalidade (a personagem desta existência) começa a ser definida, uma das energias elementais predomina – e é a que vai definir, de alguma forma, nosso "arquétipo".


1.2 -  AFINIDADES

Os filhos de fé não recebem influências apenas de um ou dois orixás. Da mesma forma que nós não ficamos presos à educação e à orientação de um pai espiritual, não ficamos também sob a tutela de nosso orixá de frente ou adjuntó.
Frequentemente recebemos influências de outros orixás (como se fossem professores, avós, tios, amigos mais próximos na vida material). O fato de recebermos estas influências, não quer dizer que somos filhos ou afilhados desses orixás; trata-se apenas de uma afinidade espiritual.

Uma pessoa, às vezes, não se dá melhor com uma tia do que com uma mãe? Assim também é com os orixás. Podemos ser filhos de Ogum ou Oxum e receber mais influências de Xangô ou Iansã. Posso ser filho de Obaluaiê e não gostar de trabalhar com entidades que mais lhe dizem respeito (linha das almas), preferindo trabalhar com entidades de cachoeiras.
O importante é que nos momentos mais decisivos de nossas vidas, suas influências benéficas se façam presentes, quase sempre uma soma de valores e não apenas e individualmente, a característica de um único orixá.

1.3 - ORIXÁS - ELEMENTOS PRIMORDIAIS E SUAS RAMIFICAÇÕES





1.4 - OS 7 RAIOS DOS ORIXÁS



Estes são os Raios dos Orixás de Umbanda, comandantes das energias criadoras, mantenedoras e transformadoras dos elementos da natureza, tendo sob seus comandos legiões de espíritos de várias vibrações evolutivas dentro de seu Raio.
 Eles realizam o milagre da vida e distribuem essa energia no corpo da magia, para os locais que delas necessitam, para ajuda e fortalecimento dos espíritos encarnados e desencarnados.




  
As 07 Linhas dos Trabalhadores Espirituais de Umbanda, não devem ser confundidas com os Sete Raios de que estamos tratando, uma vez que estas Linhas são dos Regentes planetários das energias da natureza.




1º Raio – Alento Criador – IEMANJÁ / NANÃ
As forças que atuam na Lua originam-se de duas fontes planetárias que são: Vulcano, cuja função é de atuar no homem comum e não evoluído, Uranos que atua no homem dotado de Inteligência desenvolvida, capaz de um aprimoramento rápido na senda evolutiva. Cabe a esses Orixá estimular a sorte de vida, nas suas múltiplas manifestações que vão das mais ínfima expressão de vida ao mais poderoso dos seres criados. Sendo a Lua um corpo morto, sua atenção sobre a Terra só poderia expressar-se como intermediária de outros planetas, cabendo ao Sol uma partícula de si mesmo, nas noites de plenilúnio, onde a deusa dos amantes esplandece sua face iluminada.
2º Raio – Paz e Sabedoria – OXALÁ
Nunca, em tempo algum, necessitou a humanidade tanto de paz, como agora, voltados como estamos para as inferioridades da vida, esquecemos os preceitos áureos, que elevam e dignificam o ser humano, por exclusiva falta de sabedoria. O homem, aturdido nas disputas do dia-a-dia, nos anseios e desejos inconfessáveis, esquece o destino grandioso, que lhe está determinado, qual seja a introspecção e o balanço diário de suas ações. A refulgência do astro rei, o SOL empresta às ações deste maravilhoso orixá atitudes idênticas em perfeita consonância com as irradiações de OLORUN.
3º Raio – Poder Transformador – OMOLU
O grande laboratório da natureza está afeto à administração do grande Orixá Omolu, Senhor da desintegração e agente cármico a que todos os seres vivos estão subordinados. A percuciência de sua ação nada lhe passa despercebido; seu poder estende-se às mais variadas formas físicas terrestres possibilitando, assim, a libertação das moléculas que, por sua vez, irão constituir novos corpos. O planeta Saturno influi decisivamente na atuação do Senhor Omolu e tem nele a mais lídima expressão da sua influência na Terra.
4º Raio – Poder Mantenedor – OXOSSI / OSSÃE
Ao criar o planeta Terra, OLORUN determinou que o mesmo seria mantido por um Poder responsável; esse cargo coube a Oxóssi, rei de todas os gazes cósmicos. Essa atribuição, que desempenha esse Orixá, merece os louvores do Poder maior, por dar por inteiro, com denodo nunca visto à sanha humana de querer destruir o patrimônio – fauna e flora – que o homem, na sua ganância e maldade, persiste em exterminar. O planeta Mercúrio influi na regência do Orixá Oxóssi.
5º Raio – Harmonia e Justiça – XANGÔ / IANSÃ
O poder que enfeixa esse Orixá traduz-se na balança da justiça que ele usa com discernimento e propriedade, a fim de dirimir, punir faltosos e reconhecer méritos daqueles que os têm. Sendo agente direto do carma, sua propensão é trazer equilíbrio às ações humanas, auxiliando por Iansã, cuja sentença é: Ciência e Determinação. Tem no exercício do seu poder o influxo dos planetas Júpiter e Plutão.
6º Raio – Amor e Devoção – OXUM/ OXUMARÊ
Oxum recebe a influência maravilhosa do planeta mais brilhante do firmamento, conhecido por muitos nomes: Estrela Vésper, estrela matutina, estrela d'alva, Lúcifer, o portador da Luz e também conhecido por Vênus. Saudamos, pois no céu, a brilhante Estrela do Pastor, astro que os Caldeus veneravam entre tantos outros. Seu aparecimento na tela sideral corresponde ao nascer da aurora que aos sensitivos desperta sentimentos generosos, tendências para o amor divino, que suaviza, de algum modo, a vida dos humanos. Oxum e Oxumarê são os regentes naturais do 6º Raio.
7º Raio – Ritual e Magia – OGUM
Ogum constitui a expressão da vontade na manifestação interna e externa. Tem o seu poder assegurado em todo círculo, que representa a Vontade condicionada e a experiência através da síntese ritualística.
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19 abril, 2013

Orixás e suas correspondências vibratórias

expansaohumanaOs Orixás são aspectos da Divindade, altas vibrações cósmicas que se rebaixam até nós, propiciando a apresentação da vida em todo o Universo. Cada um dos orixás tem peculiaridades e correspondências próprias na Terra: cor, som, mineral, planta regente, elemento, signo zodiacal, essências, ervas, entre outras afinidades astro-magnéticas que fundamentam a magia na Umbanda por linha vibratória.
Encontraremos nos sítios vibracionais dos orixás sempre os três reinos: animal, vegetal e mineral. Os sete sítios vibracionais principais são: mar, praia, rio, cachoeira, montanha, pedreira e mata, os quais descrevemos a seguir.

Mar: Tudo no mar é movimento. Seu incessante vai e vem é a própria pulsação da vida, com sua expansão e contração, cheia e vazante, levando tudo o que é negativo, transformando-o e devolvendo convertido em positivo. Seu próprio som expressa essa possante e magnífica transformação.
Praia: Tem praticamente a mesma composição do mar, sendo condensadora, plasmadora, fertilizante e propriciatória. Faz um potente equilíbrio elétrico, desimpregnado, descarregando excessos e promovendo o equilíbrio da energia interna do indivíduo.
Rio: Condutor, fluente, sem ser condensador, faz as energias fluírem, e também vitaliza. É muito importante numa purificação astro-física do indivíduo e na eliminação da energia interno do indivíduo.
Cachoeira: Encontramos elementos coesivos das pedras (mineral) e água potencializada na queda da cachoeira, que produzem ou conduzem várias formas de energia. Como as águas fluem num só sentido, purificam, descarregam, vitalizam, equilibram e fortalecem o indivíduo como um todo (no físico-etérico).
Pedreira: Reestrutura a forma, regenera, fixa, condensa, plasma e dá resistência mental, astral e física ao indivíduo.
Mata: condensa prana (energia vital), restabelece a fisiologia orgânica, principalmente a psíquica, fortalece a aura, o campo astral, o eletromagnetismo, a saúde, o mediunismo, plasmando forças sutis.
Montanha: Mesmo procedimento acima, havendo predominância dos elementos eólicos.
Fonte: livro Umbanda Pé no Chão - Ed. do Conhecimento
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